Itambé/Minas supera Dentil/Praia Clube e é campeão da Superliga feminina pela quarta vez

Publicado em: 30 DE ABRIL

 Itambé/Minas supera Dentil/Praia Clube e é campeão da Superliga feminina pela quarta vez
Itambé/Minas comemora o título da competição (Créditos: Wander Roberto/Inovafoto/CBV )

O Itambé/Minas (MG) é campeão da Superliga feminina pela quarta vez. Diante de um público de 9.129 pessoas, que lotou o a Arena BRB Nilson Nelson, em Brasília (DF), o time de Belo Horizonte (MG) venceu o segundo jogo da série decisiva contra o Dentil/Praia Clube (MG) por 3 sets a 1 (26/24, 18/25, 25/15 e 25/17). Com o resultado, a equipe do treinador Nicola Negro fechou a série final com duas vitórias. A edição 21/22 consagrou a levantadora Macris, eleita a MVP da competição. A oposta Kisy, do Itambé/Minas, recebeu o Troféu VivaVôlei de melhor do jogo.  

“Foi uma final muito especial. Tivemos uma trajetória muito dura. Resistimos a muitas pancadas ao longo de toda a Superliga para construir algo maior, que é esse título. Chegamos nessa final mais fortes e com uma identidade construída. Foi essencial evoluirmos como pessoas e hoje somos um grupo mais forte. O voleibol não é só sobre resultado, mas também sobre o crescimento pessoal de cada uma dentro da equipe. Estou muito orgulhosa do nosso grupo”, diz Macris, que também ficou com o prêmio de melhor levantadora da Superliga.

A central Thaisa teve uma temporada marcada pela superação. A atacante se recuperou de uma lesão na fíbula direita que a deixou fora das quadras por 10 semanas e acabou eleita a melhor central da Superliga.

“Voltei na fase mais difícil da competição e consegui ajudar a equipe. Estou muito feliz. Fui ao fundo do poço e só voltei com a ajuda de cada uma desse grupo. Achei que não ia conseguir voltar em alto nível, vivi uma fase complicada de lesões seguidas, mas acabei com o título. Foi mais uma temporada muito especial”, garante Thaisa.

A decisão marcou o último jogo na Superliga da central Walewska, do Dentil/Praia Clube. A campeã olímpica recebeu uma homenagem da CBV, entregue pelo vice-presidente Radamés Lattari.

“Infelizmente hoje não ficamos com o título, mas não tenho do que reclamar. Foi uma carreira muito especial, com muitos títulos e alegrias. Tenho que agradecer a todos que me acompanharam em todos esses anos. Terminei minha última Superliga de cabeça erguida”, afirma Walewska.

Diretor de Superliga e Novos Negócios da CBV, Marcelo Hargreaves fez um balanço da temporada da Superliga feminina.

“Este ano, tivemos uma temporada desafiadora e marcada por muitas novidades. O balanço é muito positivo. A CBV deu os primeiros passos no desenvolvimento de um e-commerce próprio, exatamente com produtos da marca Superliga. Desenvolvemos também um trabalho para conhecer mais e melhor o fã do voleibol, nos aproximando cada vez mais do nosso público, e buscamos maneiras eficientes e criativas de aumentar essa base. Além disso, a CBV evoluiu na distribuição do conteúdo da competição, incluindo canais que atingem segmentos de público estratégicos. Como exemplos, tivemos a transmissão dos jogos decisivos da Superliga feminina na Twitch de uma influenciadora gamer; e a promoção de abertura de sinal do nosso streaming proprietário, o Canal Vôlei Brasil. Milhares de pessoas em todo o país puderam acompanhar ao vivo essa incrível decisão entre dois grandes clubes do voleibol brasileiro. Em Brasília, mais uma vez, o vôlei mostrou sua força, com o ginásio Nilson Nelson lotado nos dois jogos. Parabéns ao Itambé/Minas pelo título. E parabéns também ao Dentil/Praia Clube pela ótima campanha. Foi uma final à altura do vôlei brasileiro”, finaliza Marcelo Hargreaves.

SELEÇÃO DA SUPERLIGA FEMININA 21/22

CRAQUE DA GALERA – Carol (Dentil/Praia Clube)
MVP – Macris (Itambé/Minas)
Troféu VivaVôlei – Kisy (Itambé/Minas)
Levantadora – Macris (Itambé/Minas) 
Oposta – Nia Reed (Sesi Vôlei Bauru)
Ponteiras – Peña (Sesc RJ Flamengo) e Neriman Ozsoy (Itambé/Minas)
Centrais – Thaisa (Itambé/Minas)  e Carol (Dentil/Praia Clube)
Líbero – Camila Brait (Osasco São Cristóvão Saúde)
Treinador – Nicola Negro (Itambé/Minas)
Árbitro – Rogério Espicalsky (ES)

CLASSIFICAÇÃO FINAL

1º - Itambé/Minas (MG)
2º - Dentil/Praia Clube (MG)
3º - Sesi Vôlei Bauru (SP)
4º - Sesc RJ Flamengo (RJ)
5º - Osasco São Cristóvão Saúde (SP)
6º - Fluminense (RJ)
7º - Barueri Volleyball Club (SP)
8º - Pinheiros (SP)
9º - Brasília Vôlei (DF)
10º - Unilife Maringá (PR)
11º - Country Club Valinhos (SP)
12º - Curitiba Vôlei (PR)

Final

 Primeira rodada

 22.04 (SEXTA-FEIRA) – Dentil/Praia Clube (MG) 1 x 3 Itambé/Minas (MG) (18/25, 22/25, 25/22 e 22/25), às 21h, na Arena BRB Nilson Nelson, em Brasília (DF)

Segunda rodada

 29.04 (SEXTA-FEIRA) – Itambé/Minas (MG) 3 x 1 Dentil/Praia Clube (MG) (26/24, 18/25, 25/15 e 25/17), às 21h, na Arena BRB Nilson Nelson, em Brasília (DF)

GALERIA DE FOTOS:

https://superliga.cbv.com.br/foto/2478/brasilia-df---28.04.2022---superliga-feminina---final-2----itambeminas-x-dentilpraia-clube

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