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Em cerca de 70 dias, 85 transmissões agitam a principal competição do vôlei brasileiro


Publicado em: 29/11/2017 13:35
Raphael, capitão do EMS Taubaté Funvic, destaca importância das transmissões (Créditos: Rafinha Oliveira/EMS Taubaté Funvic)

O primeiro jogo da Superliga de vôlei 2017/2018 aconteceu no dia 14 de outubro. O último do ano será no dia 22 de dezembro. Nestes cerca de 70 dias, 85 jogos das competições masculina e feminina foram exibidos levando ao público amante do voleibol brasileiro de todo o país a oportunidade de acompanhar boa parte dos confrontos realizados pela principal competição do calendário do voleibol brasileiro.

Pelo SporTV, foram 33 jogos transmitidos pela Superliga masculina e 29 pela feminina, totalizando 62 partidas. Na TV aberta parceira da CBV, a RedeTV, foram exibidos sete confrontos entre os homens e 11 entre as meninas, chegando a soma de 18. O SporTV.com, site da emissora, ainda apresentou três jogos do feminino, e ainda na internet, porém no facebook da CBV, o Copel Telecom Maringá Vôlei (PR) e o Minas Tênis Clube (MG).

Capitão do EMS Taubaté Funvic (SP), o levantador Raphael, que faz parte do Comitê de Apoio ao Conselho Diretor da CBV, destaca o valor da parceria das emissoras de televisão neste trabalho de expansão do voleibol brasileiro. 

“Em primeiro lugar, fico muito feliz em estar fazendo parte de todo esse crescimento do voleibol brasileiro através da Superliga. É uma grande honra estar jogando essa competição. E, sem dúvida, é importantíssimo contar com a exposição das marcas por meio das transmissões, podendo, assim, dar um retorno muito valioso aos patrocinadores e parceiros dos times”, disse Raphael. 

O levantador do time do Vale do Paraíba ainda apresentou outros pontos positivos conquistados através das transmissões.

“Além disso, a televisão e a internet ajudam muito na formação de novos ídolos e levam o vôlei até onde a modalidade ainda não chegou com times. O público passa a ter mais contato com a Superliga e a conhecer mais os atletas do voleibol, que é um esporte muito querido. Assim, todos podem acompanhar o surgimento de uma nova geração que atua ao lado de outros atletas um pouco mais conhecidos. Tudo isso é fundamental para o nosso esporte”, concluiu Raphael.

Pelo lado da gestão do esporte, o supervisor do Lebes Canoas (RS), Gustavo Endres, segue o mesmo raciocínio.

“A transmissão é fundamental para o desenvolvimento e o crescimento do nosso esporte. Com as transmissões um número cada vez maior de pessoas estará assistindo e consequentemente teremos um fomento natural do voleibol. Crianças, jovens, adultos e melhor idade irão se identificar e praticar a modalidade e podem até mesmo buscar se profissionalizar através do exemplo de seus ídolos. Além de, obviamente, gerar uma visibilidade enorme para os patrocinadores”, disse Gustavo.

O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro